Flamengo atropela o Barcelona de Guayaquil e encaminha a classificação na Libertadores

 Reginaldo Pimenta / Agencia O Dia

Rio - Avassalador. De volta ao Maracanã pela Libertadores, o Flamengo manteve a rotina de atropelar os adversários e não teve pena do Barcelona de Guayaquil. A vitória por 3 a 0, com gols de Gustavo Henrique, Gabigol e Bruno Henrique, saiu até barata para os equatorianos, que nem anotaram a placa do rolo compressor de Jorge Jesus.

Quando o assunto é Libertadores, o Rubro-Negro torna-se uma máquina de triturar os adversários no Maracanã. Com a goleada sobre o Barcelona, o time manteve uma média de três gols por jogo atuando no estádio sob comando de Jesus. E o desempenho defensivo também impressiona: nenhum gol sofrido em quatro jogos disputados.

Envolvente e objetivo, o Flamengo foi avassalador durante todo o jogo. Na etapa inicial, foram 73% de posse de bola, mas a equipe tinha dificuldade para furar a forte marcação do time equatoriano. Apesar do domínio absoluto, o Mais Querido só conseguiu abrir o placar aos 38 minutos. Após jogada ensaiada em escanteio, Everton Ribeiro cruzou para zagueiro Gustavo Henrique, que cabeceou firme para marcar seu primeiro gol com a camisa do rubro-negra.

Bastou abrir a porteira para o time de Jorge Jesus deslanchar. Léo Pereira resvalou de cabeça e a bola pegou no braço de Jonatan Álvez. O arbitro argentino Facundo Tello assinalou pênalti, convertido por Gabigol, que lavou a alma depois de errar duas cobranças no sábado, contra o Botafogo.

Já em ritmo de treino, o Flamengo usou o segundo tempo para administrar o resultado. Logo no início, Bruno Henrique deu um susto na torcida após sofrer uma falta dura. Mas, aos sete minutos, Arrascaeta cobrou escanteio e o camisa 27 desviou de cabeça para ampliar o marcador e deixar os rubro-negros mais tranquilos.

Inquieto como sempre, Jorge Jesus queria mais. Promoveu as entradas de Thiago Maia, Vitinho e Michael, mas não deu resultado. Nada que diminuísse a empolgação dos mais de 63 mil presentes, que viram o time que viram o time controlar a vantagem sem sustos na etapa final.

Fonte: O Dia / Danillo Pedrosa e Venê Casagrande