DNA em xícara de café resolveu assassinato de mulher ocorrido há 46 anos

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Um homem de 77 anos foi preso em Washington, nos Estados Unidos, depois de ser apontado como o suspeito pela morte de uma mulher de 20 anos. Tudo graças a uma técnica de rastreamento genético que analisa a genealogia da pessoa.

O crime aconteceu em agosto de 1972, quando Jody Loomis foi atacada enquanto cuidava de seus cavalos. A jovem foi estuprada e morta, tendo seu corpo deixado pelo assassino praticamente nu.

Na época, amostras do sêmen do culpado foram recolhidas, mas o DNA não teve compatibilidade com os dados cadastrados no sistema da polícia norte-americana.

Consequentemente, o caso foi arquivado e assim permaneceu até 2018, quando uma nova técnica de rastreamento genético levou a polícia até o assassino.

A técnica em questão analisa o DNA do acusado desconhecido e identifica o suspeito por meio da compatibilidade de seu material genético com outros membros de sua árvore genealógica que voluntariamente deram amostras do DNA para a base de dados do sistema.

Com a técnica em mãos, a equipe de genealogistas começou a analisar a bota da vítima, na qual constava o sêmen de seu assassino e passou a construir a árvore genealógica do culpado.

De acordo com informações da rede ABC, os investigadores chegaram, então, a nomes de seis irmãos, sendo um deles o de Terrence Miller. O homem passou a ser seguido por um dos investigadores, que recolheu um copo de café jogado na lixeira para analisar o material genético que estava nela.

O material genético do copo de café e do sêmen presente na bota eram compatíveis, o que levou à prisão de Terrence – que no final confessou o crime.

Fonte: Cláudia

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