Mulheres driblam preconceito e conquistam trabalho em áreas dominadas por homens

Estefan Radovicz / Ag

Rio - 'Eu dedico isso às mulheres. A gente representa todas elas e busca fazer o nosso melhor sempre". Foi assim que Marta, atacante da seleção brasileira, superou mais um recorde na última semana, até então masculino: a de maior artilheira da história das Copas do Mundo feminina e masculina, com 17 gols. Na Fifa, ganhou seis troféus de melhor jogadora, mais do que Cristiano Ronaldo e Messi, ambos com cinco. A exemplo da atleta, mas fora de campo, o 'time' das mulheres prova a habilidade de conquistar lugares outrora dominados por homens e dribla o preconceito. No transporte público da cidade, por exemplo, elas assumem cada vez mais a direção e dão um show de habilidade e competência.

Na CCR Barcas, o número de mulheres na operação cresceu 25% de 2013 para cá. No quadro de comandantes de embarcações, o índice mais que dobrou: são dez mulheres, enquanto em 2013 eram quatro. Entre elas está Fabrícia Cavalheiro, de 37 anos, que começou como funcionária de serviços gerais em navios, aos 19. "Passei por todas as fases, de bilheteira, marinheira auxiliar... Foram mais de dez cursos. É uma responsabilidade também ser exemplo para outras meninas, mostrar que elas podem seguir esse sonho", contou.

Fonte: O Dia / Luana Dandara

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